Tudo que existe tem exatamente um sentido, uma função. Tudo
se encaixa como as notas de uma sinfonia. Nós somos os músicos, nossas capacidades
instrumentos e nossas atitudes são as notas. Assim cada um é responsável pela
melodia de sua vida! Mas uma sinfonia não tem só um instrumento, um músico;
para uma vida que digna, feliz, completa é necessário o apoio de todos os
outros músicos e seus instrumentos, ou seja, as pessoas que amam e que tu os
ama, assim, suas capacidades juntas às de seus familiares e amigos e todos com
que compartilhas o amor juntar-se-ão em um emaranhado de partilha, de ajuda, de
colaboração, de felicidade e de amor, assim, não serás apenas um músico
solitário, mas parte importante de um todo ainda mais importante. Ainda é fundamental
ressaltar o regente da vida, o maestro dos tempos, dos acordes e das notas, o
que comanda e organiza, passo a passo, o andar da vida e ajuda a afinar os
instrumentos, capacidades, de cada músico – Deus! Com o amor infinito Ele guia
a orquestra e a sinfonia se espalha pelo universo, espalhando toda a verdade,
pureza, amor e felicidade que emana da partilha e da ajuda de cada parte desse
todo que é a humanidade e que se for inteligente o suficiente para perceber que
o que importa vem de Deus e dentro de cada um e não das ambições capitais, poderá
alcançar a felicidade completa, sem “superioridades mundanas” e arrogância, mas
olhando o mundo com os sentidos abertos para sentir o que deve ser sentido e
não o que é ditado a ser percebido pelos sentidos do corpo, da alma e da mente.
Abrindo os olhos para o nada do mundo, para o interior de si e para o tudo de
Deus, chega-se à felicidade humana e assim pode-se alegrar a Deus e agradecê-lo
por tanta bondade!
Quando está escuro não conseguimos ver! Isso dá-se pelo fato
de a luz ser o combustível para o cérebro interpretar visualmente, o que existe
ao alcance dos olhos. A luz é composta pela sobreposição de cores, assim para observamos as coisas, que têm cores,
necessitamos de luz, a ausência da luz é o escuro.
A Dispersão da luz é um fenômeno que mostra que luz é formada pela sobreposição de várias cores, ao passar por um prismas, a luz branca fragmenta-se nas cores do arco-íris.
Quando a luz oriunda de uma fonte qualquer, do Sol, por
exemplo, atinge algo, as folhas de uma árvore, por exemplo, em função da
estrutura química que compões este livro, o nosso cérebro poderá identificar
sua cor.
Cada cor corresponde a uma onda eletromagnética com um comprimento
de onda específico e que está, no espectro eletromagnético, dento da faixa do
espectro visível. Quando a luz solar (formada pela sobreposição de cores, logo
dotada de varias ondas eletromagnéticas correspondentes às respectivas cores) incide-se
sobre a árvore a estrutura química de suas folhas irá absorver algumas ondas eletromagnéticas
contidas na luz e também refletirá alguma (s) onda (s) eletromagnética (s). As
ondas absorvidas serão utilizadas, pela as folhas da árvore, como energia para
a realização da fotossíntese (ondas eletromagnéticas são propagações de energia
em oscilações de campo elétrico e magnético no espaço-tempo), digamos que vemos
as folhas dessa árvore na coloração verde, então todas as ondas
eletromagnéticas portadas pela luz solar são absorvidas pelas folhas e
utilizadas como fonte de energia, exceto a onda com o comprimento
correspondente à cor verde, pois conseguimos ver esta cor nas folhas, então ela
é a única onda refletida pelas folhas da árvore, ao ser percebida pela retina
que imite impulsos nervosos ao cérebro, podemos ver o verde da árvore.
As ondas refletidas por objetos ou entidades quando
interpretadas pelo cérebro e entendidas como uma pigmentação recebem o nome de
cor.
Podemos dizer que as cores não existem e que são
interpretações de nosso cérebro?
A resposta para essa pergunta deve ser a mesma para a
pergunta:
A realidade realmente existe, ou é uma interpretação de nossa
consciência?
Será que este "existir" não está ligado tão
somente à consciência de modo que para que a matéria exista tenhamos que "imaginá-la"
ou interagir com o pensamento?
Então, se o "existir" seria o que imaginamos, as
cores passariam a existir. Se o outro "existir", mais comum, a visão
que matéria é matéria sem interação consciencial é real, então estamos vendo
coisas que não existem coisas imaginadas, imaginações quase comum a todos, pois
muitos conseguem dizer se o céu está azul, verde ou amarelo e outra pessoa ao
seu lado confirmar isto.
O céu é imenso! Mas o mundo quântico (escala subatômica) tem
a falar sobre essa realidade também. O átomo, não sólido e maciço como se pensou até o início do século
XX. O núcleo composto por prótons (dotado de carga positiva) e nêutrons (com
carga nula) e os elétrons estão a existir à sua volta sem uma trajetória
específica e precisa. Os elétrons desaparecem e reaparecem, transportam-se um
lugar a outro sem percorrer o meio entre os dois lugares, podem estar em um,
dois ou mais lugares ao mesmo tempo ou ainda passarem tempos sem estar em lugar
algum.
Um experimento feito por Thomas Young, no início do século
XX, chamado Experimento da Fenda Dupla revelou a grande interferência do
observador e matéria.
No Experimento da Fenda Dupla, um feixe de elétrons passava
por uma fenda e marcava um padrão em uma placa atrás da fenda. Quando os
elétrons passaram por uma fenda, marcaram um padrão esperado para partículas,
formaram uma linha ao chocarem-se com uma placa atrás da fenda. Mas quando o
feixe de elétrons foi submetido a passar por duas fendas paralelas, uma
surpresa, o padrão mostrado na placa atrás das fendas era característico de
ondas, um padrão de interferências ondulatórias.
A princípio os físicos explicaram o fato dizendo que havia
ocorrido uma interação entre os elétrons causando o padrão ondulatório, assim
os elétrons foram postos a passa um por um pela fenda, para realmente saber se
a hipótese estava certa.
Mesmo com a alteração, o padrão ondulatório novamente
apareceu na placa. A explicação só poderia ser que o elétron passa, ao mesmo
tempo, pelas duas fendas, interage consigo, como onda, e choca-se à parede como
partícula, assim tornando o padrão ondulatório.
A explicação matemática mostra uma probabilidade onde o
elétron passaria por uma ou outra fenda, pelas duas ao mesmo tempo, ou por
nenhuma das fendas de modo que todas as possibilidades estivessem em
superposição.
Ao colocarem um medidor (observador), os físicos se
espantaram. Repetindo o experimento com duas fendas (onde o padrão mostrado na
placa revelou um padrão de interferência ondulatório), mas agora um aparelho
medidor, o resultado foi diferente: o comportamento dos elétrons foi de
partículas, o padrão exibido na placa foi de partículas, não mais um padrão de
interferência ondulatório, mas duas linhas verticais em decorrência da passagem
dos elétrons pelas duas fendas como partículas.
Vídeo explicativo do Experimento da Fenda Dupla.
Isso implica que o apenas o ato de observar modifica a ação do elétron, o observador interfere na matéria.
A realidade é como uma superposição de probabilidades infinitas, e nós, os observadores, somos responsáveis pela definição de nossa realidade.
A realidade existe como uma ilusão? Está em constante
construção?
Temos influência sobre ela, as definições corriqueiras de
verdades imutáveis, são apenas irrelevâncias decorrentes de mentes inconscientes.
Temos que dominar nossas emoções, pensamentos, expandir nossa consciência e
transformar a realidade em uma existência melhor!
O ser humano é o grande pintor obra de arte de sua vida, o melhor compositor da sinfonia cósmica, o maior escritor das eras e o verdadeiro
construtor da realidade que o sustenta. O ser humano carrega nos ombros uma
responsabilidade imensa, a responsabilidade de utilizar todo este poder para
eternizar o bem comum, mas para isso é necessário inteligência e, sobretudo,
sabedoria, as quais só farão algum sentido se unidas à ética, à moral, à
humildade e à solidariedade. Não basta dotar-se de conhecimentos até inflar
como um balão de gás, é necessário dissipar as habilidades singulares e plurais
para que o conhecimento seja uma propriedade real de cada ser e pertencente ao
grande campo morfogenético.
Postarei, pouco a pouco, alguns
livros aqui no blog. Os quais serão de diversas áreas do conhecimento, sem preconceito
nenhum com nenhuma disciplina, cultura, período, coisa qualquer.
Baixe os livros, leia-os,
estude-os, compartilhe-os, difunda o conhecimento, este é o objetivo deste que
vos escreve, faça parte desta corrente, ajude o mundo a libertar-se do egoísmo
de espírito. Conhecimento é poder. Poder do bem. Um poder que lhe capaz de poder
ser cada vez mais.
Una-se a Deus, una-se ao cosmos, seja parte da totalidade que emana de cada ser, pinte a obra de arte de sua existência.
A seguir, alguns livros de filosofia para baixar, todos estão em pdf:
É só clicar no livro e baixar, não tem propaganda de hospedagens, nem mistério nenhum, basta clicar no nome do livro, assim você será direcionado para a página de download. Desfrutem!
É com muito orgulho que indico o segundo livro de Silvério Ferreira da Silva Filho - Outros Sentidos.
É como muita felicidade que disponibilizo meu segundo livro de poesias: Outros Sentidos. Se porventura o lerem, certo sei que minha felicidade multiplicar-se-á. Muitos são os momentos em que precisamos da palavra do outro para poder pensar, para poder amar, poder organizar o nosso próprio caos. Conhecermos a si próprio. Neste livro falo sobre o amor. O amor incompreensível de meus múltiplos sentimentos. O amor pela minha cidade, amigos, amores. O amor pela minha escola, o amor além dos corredores do Liceu de Baturité, responsável pela parte mais importante de minha formação. Este amor, pela minha escola, aparentemente pequeno, sob forma de versos, está muito além de minha forma de amar. Apenas sou grato e a gratidão ainda continua sendo a coisa mais importante de minha vida.
Partindo de minhas vivências, eu escrevo também sobre a falta de amor. E esta falta de amor pode resultar em poemas românticos, cômicos, irônicos e reflexivos, todos esses adjetivos dependendo da consciência de jovem leitor. Os poemas podem resultar em nada, mas a falta ou a presença de amor, não. Estabeleci nestes versos, uma verdadeira relação de amor comigo mesmo e condensei isto (olhem a química aparente em minhas palavras!) em fortes ligações de poderosa energia atrativa. Não quero vender minha poesia, eu apenas quero uma casa no campo, merecer a vida que tenho, transformar a sua experiência real – perdoem-me a ousadia – no próprio sentido de minhas palavras. E se, convenientemente, eu estiver certos em minhas palavras, o leitor poderá aplica-las em sua própria consistência. Estando errado, decerto o leitor nada perderá... Pois apenas a lógica não me compreendeu nas razões que tentei explicar.
Completando meu ideal de gratidão tenho a dádiva de agradecer duas pessoas muito especiais que tiveram participação direta nesse trabalho que ora vos envio. Eu sou um cético por natureza e isso me impediu por muito tempo de acreditar em anjos, aqueles seres mágicos explicados por diversas religiões que nos protegem tanto. Mesmo assim, sendo ironia do destino ou não, conheci essas pessoas magníficas que me ensinaram que ainda existem motivos suficientes o bastante para acreditarmos que a vida bela. Agradeço de coração suas presenças: Ana Angélica e Laécio Macêdo, meus professores por excelência...
Espero que isso tenha algum sentido... Ou ao menos que meu esforço me traga felicidade... Vejam um dos poemas que estão presentes no Livro.
A Existência pode ser um grão de
areia no meio do deserto ou uma singularidade para dar expansão ao multiverso, a
consciência é o fator decisivo para defini-la.
A realidade é mais do que regras
definidas, verdades dogmáticas e certezas. Ela é um produto oriundo da consciência,
experiência, percepção e fé, às quais variam de pessoa a pessoa. Cada ser humano
dota-se de suas crenças, experiência e possui sua própria interpretação
consciencial do mundo. Ou seja, a realidade passa a ser variável de indivíduo
para indivíduo.
Assim como no deserto, o mundo
atual está cheio de “grãos de areia existenciais”, estes vivem em uma realidade
postulada pela sociedade que manipula e hipnotiza, tirando os sonhos, os
ideais, a filosofia, e a realidade consciencial de cada ser, que passam a viver
em uma Idade das Trevas mascarada e alienadora.
Podemos ser o construtor de nossa
própria realidade, insistindo no que a maioria das pessoas já desistiu,
acreditando no que fora dito impossível, tornando real o “surreal”. Assim como uma singularidade que dá origem a novos
universos, sejamos singulares arquitetos da própria existência, para fazer
deste mundo um lugar mais cheio de sonhos, conquista, vitórias, bons
sentimentos, liberdade de consciência, do jeito que o Bem precisa, da maneira
que Deus quer ver – Feliz.
A realidade é a interpretação da consciência humana.
Fractal - A Propagação dos Sentimentos: Dhion Fernandes, 2013.
A natureza dispõe de muitos
conversores. A partir de processos e reações químicas a matéria e a energia
passam de um estado para outro, mudam sua estrutura e função no cosmos. Os
microorganismos, por exemplo, reciclam a matéria de seres mortos, em nutrientes
para a proliferação da vida de plantas e animais. As árvores, em seu processo
fotossintético, produzem gás oxigênio a partir de dióxido de carbono,
contribuindo para a respiração animal. Nas reações de fissão nuclear, a massa é
convertida em energia, onde há um decaimento nos átomos envolvidos, tornando-os
mais estáveis. Um pintor dá vida à tela branca ao lhe apresentar às cores. Um
músico transforma o vazio do árduo silencio em uma imensidão de notas – melodia
e harmonia. A dançarina transforma sons em movimentos. E finalmente, Deus fez o
ser humano a partir de barro.
Muitos outros exemplos de
conversores são fáceis de encontrar, mas ainda há um que não habita a realidade
consciencial, o qual deve estar presente dentro de cada ser humano, ou mesmo
este ser o tal – o conversor de sentimentos.
As probabilidades são,
fatalmente, regentes da realidade, logo é provável que às vezes o mundo pareça
conspirar contra suas ações, mesmo sendo meras probabilidades, isto pode
despertar sentimentos desprezíveis que divergem o sentido da existência. Então
se estas emoções ruins forem convertidas em emoções boas poderá haver um
“decaimento”, o qual proporcionará uma liberação de energia ruim, tornando o
ser mais estável, devolvendo-o o seu sentido existencial.
Como uma fênix que transforma as
suas próprias cinzas em nova vida, que sejamos capazes de converter tristeza de
uma derrota pode ser transformada estímulo e vontade de vencer, a submissão em
força de vontade, a dor em resistência, a raiva em controle e paciência, as
decepções em comprometimento, o ódio em compaixão, a maldade em justiça, a
preguiça em ações, o medo em ousadia, a covardia em atitude... Pode parecer
difícil, mas há um sentimento que exponecializa o seu poder para isso – o Amor,
e sempre haverá um Ser infinito pra te guiar e auxiliar - Deus.
A Existência é influenciada pelos pensamentos e os
estados observacionais, cada um é dono da construção da própria realidade.